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2º Episódio do Café Sem Riscos – Sérgio Hoeflich

Como assunto gerenciamento de risco corporativo iniciou na sua vida?

Basicamente a uns 15 anos quando chegamos à São Paulo para produzir um projeto de logística na Pensk, na verdade tínhamos chegado para coordenador uma área de transporte e percebemos a necessidade de desenvolver uma área de Gestão de Risco. A diretoria definiu que teria uma área e foi implantado lá eu fui o responsável pela implantação desse projeto.

O conceito de risco para você desde aquela época no inicio até hoje coordenando cursos de risco e seguro qual é o conceito de risco que você hoje usa?

O que esta na norma ISO4100 da qual eu também sou parte do comitê onde existem vários grupos de estudo eu sou. Responsável pelo supply chain então esses conceitos estão sendo consolidados essa nomenclatura do Risco ela é consolidada pela norma. Há quem acredite que aquela definição que está na norma, dizendo que risco tem um aspecto negativo um aspecto positivo não deve ser considerado aspectos positivos, a maioria das pessoas que trabalha com prevenção de perdas que trabalha com seguros tem uma dificuldade em aceitar esta definição.

De fato o risco nasce de um conceito de oportunidades e vai ao longo do tempo tomando uma outra forma que é a forma da ideia que existe a possibilidade de perda, mas não foi a palavra o radical da palavra o iniciar da história estar correlacionado com a ideia de fortuna, sorte e de oportunidade ou de aposta mas sempre visando a oportunidade de ganhos e não de perdas, a perda é um efeito colateral do risco.

Você acha que risco poderia ser definido como um desvio do objetivo?

Sempre na verdade é exatamente isso, o risco esta relacionado ao desvio dos objetivos sejam eles expectativas de ganho, ou expectativas de vendas. Todas incertezas em relação a ganhos e perdas estão relacionadas ao risco.

Voltando ao assunto da norma que você comentou então a ISO 31000, sendo uma norma internacional aqui no Brasil ela é representada por quem?

Pela ABNT

Que é?

Associação Brasileira de Normas Técnicas é eles que estão fazendo a tradução das orientações e nos temos um lucro e é coordenado no Brasil e se apresenta no comitê internacional.

Então a ISO 31000 serve como uma orientação para as pessoas que querem aprender um pouco sobre gestão de risco é uma grande referência ,já esta traduzida ?

Sim, ela já está disponível desde 2009/2010 ela já esta circulando a questão é que o uso da norma muitas vezes funciona assim eu quero uma certificação, eu quero ter uma declaração publica de que eu estou dentro de uma regra. Estou conforme de fato o que nós temos que colocar claro em relação a norma para quem é gestor de risco, é que a norma é um padrão de necessidade básica, é um padrão que diz por exemplo qual o significado que você quer dar aquele risco qual a importância. E o processo com o que você deve tratar esse risco que você nomeou que você identificou, o problema é que isso é um padrão mínimo não é um padrão de performance máxima o mínimo que você deve saber da norma para entender de risco.

Isso você consegue falar com outras definições de risco muito mais complexas, ou muito mais com características diferentes do seu negocio, o seu negocio tem uma característica de risco. O de outras pessoas tem outro seguro quem esta do lado da seguradora a percepção de risco é claro pra eles porque eles sabem medidas.

Ele é o informador ele tem que saber nomeá-los, o problema será que o nome que a seguradora da ao risco é o nome que o cliente esta vendendo o seu risco quer dizer, quer transferir o seu risco será que são os mesmos nomes quando eu levanto esses processos? Certamente não. À partir dessa aliteração de nomenclaturas de valores que isso tem, de peso relativo o segurado em cima de uma carteira de uma seguradora tem um significado, esse risco aqui normalmente quem faz seguros faz seguros para riscos catastróficos.

Para ele é estar no negocio, estar fora do negocio, para esse aqui é mais um negocio, então não só o nome mas a relevância do disco mas do que a nomenclatura, é que é o grande problema então agente tenta dar como a língua portuguesa te propicia isso.

Você começa a dar nomes adicionais adjetivando riscos, e esse é um problema porque ai você não consegue colocar isso em um contrato, em que eu possa como o risco é tratado no mercado de seguro eu preciso massificar isso, eu preciso ter uma massa de riscos para poder compensar através de uma carteira de prêmios e poder recompensar quem tem isso. E ntão esse é o grande desafio do risco, todo mundo quer uma resposta objetiva de qual é a definição do risco e valorar isso alem da definição eu preciso colocar um número relacionado a isso um valor cada um ou seja por probabilidade destinada ao risco.

Exatamente isso cada um acaba e é a percepção disso mesmo que se coloque um número, para a seguradora aquilo é um número dentro de vários números para este ente contratante do seguro significa o seguinte quando eu.

(*) transcrição realizada pela TR8 Cursonautas 

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